O Seguro de vida é um daqueles temas que passa despercebido ou se vai ignorando, até ser realmente preciso. Ouve a publicidade, vê as publicações nas redes sociais, mas não questiona a sua importância.

Sabe que quem tem um crédito habitação, foi “convidado” a subscrever. Mas a apólice tem outras vantagens financeiras e sociais associadas.

Um seguro de vida pode tornar-se num instrumento de poupança, um fundo para a velhice ou uma garantia de conforto financeiro aos seus descendentes.

E não precisa de ser uma despesa extraordinária.

Reunimos os factos mais importantes sobre o seguro de vida. Para que possa aceitar (ou rejeitar) com consciência.

1. Oferece maior segurança financeira para eventualidades

Falar de funerais e da morte de alguém próximo é um tema tabu. Lembra-nos da fragilidade do ser humano. Mas é uma realidade biológica a que ninguém está imune.

Para além de ser uma experiência emocionalmente desgastante, um funeral é dispendioso.

O preço depende, obviamente, do serviço contratado. A opção mais básica tem um custo acima dos 1700 euros. Há quem seja obrigado a fazer um empréstimo pessoal para fazer face às despesas.

É nestas alturas que um seguro de vida revela a sua importância. Pode cobrir estas (e outras) despesas associadas - consoante a apólice -, garantindo que as finanças da família permanecem intactas.

É um seguro para o próprio ou a pensar na família, uma vez que os beneficiários recebem a totalidade do capital seguro.

2. O seguro de vida pode tornar-se num plano financeiro sólido

Não existe apenas UM seguro de vida.

Existe uma associação natural entre a apólice do ramo vida e a morte da pessoa segura. Contudo, existem diferentes modalidades e tipos de seguro.

A Cobertura principal divide-se:

  • Risco de morte:
    • A seguradora paga aos beneficiários o capital acordado no contrato, no caso de a pessoa morrer durante a vigência do mesmo.
  • Risco de sobrevivência:
    • Se a pessoa se encontrar viva no final do contrato, a seguradora paga ao beneficiário o capital acordado.
    • Este tipo de modalidade é muito útil se quiser constituir uma poupança.
  • Cobertura mista que inclui o risco de morte e de sobrevivência: cobre ambas as situações, embora tenha capitais distintos.

A estas, juntam-se outras coberturas complementares, tais como o risco de invalidez, acidente ou mesmo situações de desemprego.

Dada a vulnerabilidade do sistema de segurança social, as elevadas taxas e baixas remunerações de muitos produtos financeiros desenhados para a poupança, não será mal pensado contemplar esta opção. 

Se fizer hoje mesmo um seguro de vida, em caso de sobrevivência, no final do contrato receberá o montante acordado.

3. O prémio do seguro é, na maioria dos casos, acessível

Abra a aplicação da calculadora ou faça as contas da forma mais tradicional. Contabilize as suas despesas e rendimentos - atuais e futuros.

Tem filhos adolescentes ou pais e familiares que dependem dos seus rendimentos? O capital segurado deve ser o equivalente a um determinado número de anos do seu salário atual.

Este é o primeiro passo para subscrever um seguro 100% adaptado a si e à sua família. Este exercício vai refletir-se no valor do prémio.

Outro facto importante: negoceie o valor do prémio e coberturas. Ou melhor, entregue esta pesquisa e estudo a uma mediadora com profissionais experientes.

É claro que, neste ponto, sugerimos a EXS, mas os nossos clientes, dizem o mesmo: conseguiram uma poupança no valor do prémio que chega aos 60%.

Não sobrestime o valor. Faça uma simulação. Saiba, preto no branco, quanto realmente terá de pagar. Na maioria das vezes, é menos do que supôs. 

4. É uma forma de deixar um legado financeiro aos seus descentes

É indiscutível que vivemos mais anos.

Em 1960, poderia esperar viver até aos 52,5 anos. Hoje, a média é de 72 anos. Em Portugal, estende-se até aos 81 anos.

A longevidade permite que passe mais tempo com quem ama, mas também pode representar um fardo económico para os seus familiares.

Basta pensar nos cuidados médicos, lares ou outros apoios domiciliários. Mais outra situação em que um seguro de saúde garante estabilidade financeira.

Por exemplo, com a EXS, o seguro de vida inclui as seguintes coberturas:

  • Doenças graves;
  • Morte por acidente de circulação;
  • Morte por acidente;
  • Subsídio em caso de hospitalização.

E os montantes têm um fator de multiplicação associado. Ou seja, se a pessoa segurada tiver um acidente e, como resultado, morrer, o capital seguro triplica porque 3 situações estão cobertas pela apólice.

5. Um seguro de vida pode trazer vantagens fiscais

Algumas situações permitem a dedução dos prémios pagos no IRS, embora esta possibilidade esteja vetada à maioria dos contribuintes.

O código do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares esclarece quem está apto a poder deduzir no IRS os prémios pagos anualmente. 

São pessoas que: 

  • Têm um seguro que garante exclusivamente situações de morte, de invalidez ou reforma por velhice;
  • Um ou mais titulares do seguro têm uma profissão de desgaste rápido (desportistas profissionais, pescadores ou mineiros);
  • Tenham dependentes a cargo com deficiências.

Quer saber quanto pode pagar por um seguro de vida?

Torna-se claro que um seguro de vida é uma forma de proteção, para o próprio e para a sua família, descentes ou outros beneficiários.

Como foi referido no artigo, não presuma o valor da apólice.

Em 5 minutos pode fazer uma simulação online. Pode também contactar a EXS. O nosso serviço inclui acompanhamento personalizado ao longo de todo o processo - porque sabemos que é difícil escolher as coberturas e exclusões.

Subscrevendo ou não um seguro de vida, a decisão é sua. E para isso, deve ter todos os dados para escolher com consciência. 

 

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