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Sendo um encargo obrigatório para a maioria das entidades credoras, este Seguro de Vida não tem de ser obrigatoriamente dispendioso. Para optar por uma modalidade mais barata:

  • Deve ter em conta as suas necessidades. Embora o contrato com o Banco estabeleça algumas exigências das quais não será possível fugir, o Tomador do Seguro tem de saber quais são as opções fundamentais e que outras é que se pode abdicar.

Para isso, deve reflectir sobre se pretende uma adesão simples ou conjunta e se quer um Seguro que cubra somente o imprevisto da Morte ou se quer incluir a Invalidez Total e Permanente – que é mais abrangente do que a Invalidez Absoluta e Definitiva, ao indemnizar sinistros que não coloquem os Segurados num «estado vegetativo».

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  • Deve ter em conta o seu orçamento familiar.
  • Deve ter em conta a sua capacidade para negociar um Seguro o mais barato possível. Apresente todos os seus trunfos que possam ser considerados como uma vantagem para a companhia, como o histórico clínico (caso este seja favorável, como é óbvio), hábitos saudáveis (exercício físico, alimentação…) e a ausência de doenças graves na família.
  • Deve ter em conta diversas propostas. Segundo o Decreto-Lei nº 222/2009, os consumidores são livres para escolher o Seguro de Vida que lhes parecer mais vantajoso, mesmo que não seja a modalidade da companhia associada ao Banco que, na maior parte das situações, nem é uma oferta competitiva. Logo, é importante contar com o auxílio de mediadoras para comparar diferentes alternativas, como a EXS.
  • Deve ter em conta a empresa em que se encontra a trabalhar. Uma boa parte das firmas estabelece acordos com companhias para alcançar valores que, se fossem negociados individualmente, seriam impossíveis de obter. Esta vantagem deve-se ao facto de as empresas apresentarem bastantes Segurados: quanto mais, melhores são os preços.

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